O Agrupamento de Escolas de Ourém realizou, no passado dia 30 de abril, as suas XI Jornadas Culturais.

Com os olhos postos no futuro, o evento congregou alunos, professores, parceiros institucionais e encarregados de educação, num conjunto diversificado de atividades destinadas à divulgação das diversas disciplinas, bem como da oferta educativa e formativa do agrupamento.

Ao longo do dia decorreram exposições, workshops, experiências pedagógicas e atividades interativas, sobretudo na Escola Básica e Secundária de Ourém e na Escola Básica Integrada de Freixianda.

Na cerimónia de abertura, a diretora do AEO, Sandra Margarida Pimentel, enquadrou as Jornadas Culturais no mote definido para o atual ano letivo - “Articular aprendizagens; Expressar valores; Otimizar saberes” - explicando que este princípio orienta toda a ação educativa do agrupamento. Em seguida, enalteceu o empenho dos diferentes grupos disciplinares e a variedade de propostas promovidas, bem patentes nesta 11.ª edição, o que demonstra a importância deste evento enquanto espaço privilegiado para dar a conhecer os vários percursos de ensino disponibilizados pelo agrupamento, desde os cursos científico-humanísticos aos cursos profissionais e à educação de adultos.
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A iniciativa, que contou com a visita de alunos do 9.º ano de outros estabelecimentos de ensino do concelho, funcionou igualmente como ponto de encontro entre a escola, a comunidade e as entidades parceiras, que puderam visitar ateliers, bancas temáticas, salas específicas e apreciar trabalhos desenvolvidos pelos alunos ao longo do ano letivo.

A sessão inaugural ficou ainda marcada por um momento dedicado à diversidade e inclusão, dinamizado por estudantes do Clube de Diversidade da EBSO. A esse propósito, a diretora referiu que cerca de 20% dos alunos do agrupamento são de nacionalidade estrangeira e que uma percentagem semelhante apresenta necessidades específicas, reforçando o compromisso diário da escola na promoção da integração e inclusão de todos os estudantes.

Rui Vital, vice-presidente da Câmara Municipal de Ourém, marcou também presença na sessão de abertura e, na sua breve intervenção, deixou palavras de reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Agrupamento de Escolas de Ourém na promoção da educação, da orientação vocacional e da preparação dos jovens para enfrentarem os desafios do futuro.

No decorrer da sessão de abertura foram também formalizados protocolos de colaboração com empresas e instituições parceiras, no âmbito da formação em contexto de trabalho.

As Jornadas Culturais decorreram ao longo de todo o dia, constituindo um momento especial de convívio, aprendizagem e partilha para toda a comunidade educativa, particularmente para os alunos, que participaram de forma entusiasta nas diversas atividades dinamizadas ao longo da iniciativa.

 

No auditório cultural dos Paços do Concelho está patente, até dia 28 de maio, a exposição de trabalhos dos alunos de Artes, do Ensino Secundário, da Escola Básica e Secundária de Ourém, em parceria com o Município. 

Trata-se de uma coletânea de trabalhos elaborados ao longo do ano letivo e que permite aos nossos alunos partilhar a sua arte com a comunidade ouriense. 

A inauguração teve lugar esta sexta-feira, dia 8, tendo contado com a presença da Diretora do Agrupamento de Escolas de Ourém, Sandra Margarida Pimentel e da Vereadora da Cultura do Município de Ourém, Purificação Reis, para além das professoras e dos alunos de Artes. Outros docentes e alunos do AEO quiseram associar-se a este momento, felicitando os alunos artistas pela qualidade dos trabalhos apresentados.

“Porque arte é metamorfose: cada traço é transformação, cada cor é renascimento. Aqui, o que somos encontra-se com o que ainda podemos ser”. Foi deste modo que os alunos que intervieram na cerimónia de inauguração, sintetizaram a escolha do tema deste ano.  

A exposição reúne trabalho dos três anos do ensino secundário. Assim, o 10.º ano aprofunda o tema da natureza, com foco nas árvores, onde a representação mais rigorosa de estruturas e texturas se apresenta como metáforas de mudança, raízes que se firmam, ramos que se estendem, vida que se reinventa.

O 11.º ano explora a subjetividade e a identidade, revelando emoções, pensamentos e contradições que nos tornam únicos. Cada traço e cada cor são fragmentos de um “eu” em construção, um olhar íntimo lançado sobre o próprio ser.

O 12.º ano projeta o olhar no futuro e no crescimento, mostrando que a metamorfose é escolha, compromisso, coragem e criação. A arte torna-se ponte.

“Metamorfose” não é só arte. É processo, é corpo e alma em transformação, é o poder de criar, destruir e renascer. É a prova de que a arte é, simultaneamente, análise e invenção, espelho e janela. 

A exposição, que integra o Plano Nacional das Artes, pode ser apreciada até 28 de maio, de terça a sexta-feira das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.

 

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Um grupo de alunos do 11.º e do 12.º anos do ensino secundário profissional, acompanhado por duas professoras, realizou uma enriquecedora visita de estudo a Londres, entre os dias 18 e 21 de abril. Esta experiência proporcionou aos participantes a oportunidade única de contactar diretamente com locais emblemáticos que, até então, apenas conheciam através dos manuais de Inglês — passando agora a vê-los e vivenciá-los de perto.

Ao longo da estadia, foram visitados diversos pontos de referência da cidade, tais como London Bridge, HMS Belfast, Tower Bridge, Millennium Bridge, Parlamento Britânico, Big Ben, Abadia de Westminster, Downing Street n.º 10, Horse Guards Building, Trafalgar Square, St. James Park, Palácio de Buckingham, Museu Madame Tussauds, bem como zonas icónicas como Oxford Street, Regent’s Street, Piccadilly, Leicester Square, Chinatown e Covent Garden. Houve ainda tempo para explorar o Museu de História Natural e desfrutar de um agradável passeio de barco no rio Tamisa.

Esta visita teve como principais objetivos desenvolver competências linguísticas em língua inglesa através do contacto direto com falantes nativos, motivar os alunos para a aprendizagem da língua, promover a educação intercultural e dar a conhecer os costumes, as tradições e o modo de vida britânico. A experiência revelou-se extremamente positiva, contribuindo para o desenvolvimento de competências sociais, como a convivência, a cooperação e o respeito pela diversidade cultural. Para alguns alunos, esta foi também a primeira viagem de avião, tornando a experiência ainda mais marcante e inesquecível.

Os alunos regressaram encantados, radiantes e muito felizes com esta vivência além-fronteiras, que certamente ficará na memória de todos.

Porque a escola é um espaço vivo de aprendizagem que vai muito além das paredes da sala de aula, esta iniciativa reforça a importância de proporcionar experiências práticas e significativas. A educação concretiza-se também fora dos muros da escola, através da interação com o mundo.


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